quinta-feira, março 23, 2006

era só uma camisola verde as riscas flurescente e uma cara bóni.
era só isso.
mas eu com a minha mania de me apegar ás coisas tive de chegar mais longe.
tive q me agarrar ás linhas da camisola e aos traços da cara.
tive q interiorizar a marca, e o olhar.
tive q saber de cor.
tive q sentir (te) dentro de mim.
e não percebo.
não passavas de mais uma cara bonita.
e eu nem gosto de caras bonitas.
por isso não percebo como chegou tão longe.
como conseguiste tornarte na minha estupida paragem sentimental.










/até pensei em fazer um post semi-critico.
Mas saiu esta jabardeira.
Aprepósito a outra dona deste pseudo fabuloso blog, a chillout, fez anos ontem.
se pudessem contribuir p a felicidade da pequena, ao darlhe os parabens, acho q ela ficava agradecida.









Post by: smurfette*

domingo, março 12, 2006

Chamemos as coisas pelos nomes



Eu pensei que passasse. Eu q pensei q fosse só uma fase daquelas que duram semanas, mas depois acabam por desaparecer. Pensei que fosse capaz de me dar. A mim e aos outros. Eu não sabia q estava errada. Também nunca ninguém me tinha dito o q era estar certa.
Vivia na inocência e na esperança de que tudo era possível. Hoje, se olho para trás, consigo ver a palavra ignorância escrita no meu rosto.

Mas eu não tenho culpa, nem eu nem tu, nem todos aqueles que ignoraram as minhas lágrimas. Sabia escondê-las eu....sabia sorrir enquanto me desfazia em mil pedaços de coisas que não têm nome... mas ninguém teve culpa, e perdi a minha inocência...hoje sei que perdi a minha felicidade na tua.

Respirei-a tão bem como as nossas lembranças. Que me sufocam. E gastam. Viver todos os minutos é doentio.
É tudo demasiado doentio. Elas deixam alimentar, e tu alimentas, o q já não existe em nós.
Para ser franca não consigo ser mais do q tu. Para ser franca... ser franca com quem?
Não sei lidar com isto. E magoa-me todos os dias. Todas as noites.

Perdi-te enquanto tentava desesperadamente aprisionar-me a ti. Escapaste-me. Escorregaste por entre cada pedaço de lembrança de nós. De nós....que "nós" é este que continuo a repetir insaciavelmente?
De ti já não tenho nada se não sensações...e estas não me largam, como se eu fosse alimento... e eu não as largo para te ir mantendo (em mim.)
Perdi-te e agora que olho dói-me achar que nunca te cheguei a ter. Por isso prefiro dizer que te perdi.
Sempre tive a fantástica capacidade d misturar a imaginação com a realidade. Vai daí a estupidez ultrapassou-me. Desculpa acreditar q vens como prometes. Desculpa exigir q venhas. Desculpa obrigar-me a viver um amor só meu. Singular. Eu precisava ter parado o (meu) coração. Para que as palavras não me tivessem atropelado. Para que as frases não tivessem deixado feridas. Para q a minha alma não se tivesse tornado num pedaço de papel.

Não preciso de desculpas, sei bem que a realidade é aquela que me destrói a cada segundo... mas hoje só queria a tua alma.
Sim a tua. Porque não sei mais como ficar com a minha.














[ olha nós num mundinho cibernautico.]