domingo, março 12, 2006

Chamemos as coisas pelos nomes



Eu pensei que passasse. Eu q pensei q fosse só uma fase daquelas que duram semanas, mas depois acabam por desaparecer. Pensei que fosse capaz de me dar. A mim e aos outros. Eu não sabia q estava errada. Também nunca ninguém me tinha dito o q era estar certa.
Vivia na inocência e na esperança de que tudo era possível. Hoje, se olho para trás, consigo ver a palavra ignorância escrita no meu rosto.

Mas eu não tenho culpa, nem eu nem tu, nem todos aqueles que ignoraram as minhas lágrimas. Sabia escondê-las eu....sabia sorrir enquanto me desfazia em mil pedaços de coisas que não têm nome... mas ninguém teve culpa, e perdi a minha inocência...hoje sei que perdi a minha felicidade na tua.

Respirei-a tão bem como as nossas lembranças. Que me sufocam. E gastam. Viver todos os minutos é doentio.
É tudo demasiado doentio. Elas deixam alimentar, e tu alimentas, o q já não existe em nós.
Para ser franca não consigo ser mais do q tu. Para ser franca... ser franca com quem?
Não sei lidar com isto. E magoa-me todos os dias. Todas as noites.

Perdi-te enquanto tentava desesperadamente aprisionar-me a ti. Escapaste-me. Escorregaste por entre cada pedaço de lembrança de nós. De nós....que "nós" é este que continuo a repetir insaciavelmente?
De ti já não tenho nada se não sensações...e estas não me largam, como se eu fosse alimento... e eu não as largo para te ir mantendo (em mim.)
Perdi-te e agora que olho dói-me achar que nunca te cheguei a ter. Por isso prefiro dizer que te perdi.
Sempre tive a fantástica capacidade d misturar a imaginação com a realidade. Vai daí a estupidez ultrapassou-me. Desculpa acreditar q vens como prometes. Desculpa exigir q venhas. Desculpa obrigar-me a viver um amor só meu. Singular. Eu precisava ter parado o (meu) coração. Para que as palavras não me tivessem atropelado. Para que as frases não tivessem deixado feridas. Para q a minha alma não se tivesse tornado num pedaço de papel.

Não preciso de desculpas, sei bem que a realidade é aquela que me destrói a cada segundo... mas hoje só queria a tua alma.
Sim a tua. Porque não sei mais como ficar com a minha.














[ olha nós num mundinho cibernautico.]

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

olha.
eu tinha qlq coisa meia inteligente (nao nao, faz de conta k era) para dizer.
mas entretanto esqueci me.


as vezes o caminho ta msm a nossa frente.
nós é k nao o keremos ver.
eu nao o keria ver.
e se calhar continuo sem o kerer ver.
as vezes abro os olhos para ver se tou no sentido certo mas dps volto a fecha los e ando por la sem saber para onde vou.
talvez na esperança de encontrar a saida.
mas isto nao faz sentido e nao sei se tem alguma coisa a ver com o resto.



bjinho te*

3:38 p.m.  

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